Sunday, June 19, 2011

Bangkok - Chiang Mai - Roadtrip


Deutsch:

Bankok: Die Einreise nach Thailand war einfach. Gabi musste mit ihrem brasilianischen Pass zwar eine ärztliche Bescheinigung über die Gelbfieberimpfung bringen, die ließ sich aber leicht holen. Einfach einen kleinen Fragebogen beantworten: Haben Sie in den letzten 2 Wochen eines der folgenden Symptome gehabt? Kopfschmerz, Übelkeit, Fieber, Durchfall. (Wir erinnern uns: Am Ende der Indienzeit lagen Gabi und ich krank im Bett, mit all diesen Symptomen, die wir nur mit Antibiotika bekämpfen konnten. Noch dazu war Gabi während des Fluges vom Essen schlecht geworden, und hatte sich 5 Minuten vor Ausfüllen des Fragebogens ihres Mageninhalts entledigt). Wir kreuzten gar nichts an – hallo Thailand.
In Bangkok verliebten wir uns noch am ersten Tag. Wir wohnten im Backpackerviertel um die Khao San Road, das ich noch von meiner Reise vor vier Jahren kannte. Damals hatte ich die Stadt als laut und unübersichtlich wahrgenommen, jetzt kam sie mir ordentlich, sauber und modern vor. Der Unterschied zu Mumbai hätte größer nicht sein können. Wir blieben insgesamt eine Woche, viel länger als ursprünglich geplant, weil es so viel zu sehen gab. Vom prunkvollen Königstempel zum Schicki-Micki-Einkaufzentrum Siam Paragon (wo wir uns gleich mal einen Film im IMAX anschauten...), vom vollgestopften Wochenendmarkt Chatuchak zur eiskalt klimatisierten Schwebebahn, vom Fluss, der die Stadt durchzieht, bis zum Kulturzentrum mit seinem Filmcafé. Wir hatten eine tolle Zeit.

Chiang Mai: Die Hauptstadt des Nordens lockte uns mit einem breiten Angebot an Aktivitäten: Elefantenreiten und Bergwelt erkunden zum Beispiel. Auch wenn uns Chiang Mai nicht freundlich empfing (im Bus waren unsere Rucksäcke geöffnet und durchsucht worden, aber nichts Wichtiges wurde gestohlen - wir hatten Vorkehrungen getroffen), fanden wir uns schnell ein. Die Stadt nutzten wir als Ausgangspunkt für eine Trekkingtour. So brachen wir mit unserer kleinen Gruppe in der Früh auf, erste Station: Elefanten. Wir durften uns auf Bänke auf den Rücken der Tiere setzen, auf Nachfrage gestattete mir der Mahout, mich auf seinen Platz, den Nacken des Elefanten zu setzen. Es war anstrengend! Aber wundervoll. Eine knappe Stunde ritten wir durch den Urwald, der Elefant stapfte tapfer durch den Matsch, brummte hin und wieder, und bekam am Ende Bananen.
Danach ging es Bergsteigen. Durch den tropischen Regen liefen wir steile, matschige Wege hinauf, schwitzten unter unseren Regenmänteln und waren von innen schweißnass, außen voller Matsch und Regen, vollkommen erschöpft. Die eiskalte Dusche im Bergdorf tat gut. Wir wohnten in einem Dorf von Angehörigen des Lahu-Volkes. Kein Strom, aber gute Stimmung, Gitarrenmusik, nette Hunde und Menschen. Und die beiden lustigsten Guides der Welt: James Bond und Jack Sparrow.
Am nächsten Tag begann der anstrengende Abstieg, der mit einem wohltuenden Bad in einem Wasserfall belohnt wurde. Richtig Zeit zum Abtrocknen hatten wir gar nicht, denn es ging weiter zum Flussrafting. Wir bekamen Schwimmwesten und Paddel, woraufhin uns ein erfahrener Guide durch ein paar Stromschnellen lenkte. „I hope Buddha saves you today“, sagte er uns bevor wir losfuhren. Buddha half, wir kamen sicher an.
Wieder in der Stadt entschieden wir uns für das nächste Abenteuer: Am nächsten Tag mieteten wir ein Auto, um den wenig touristischen Nordosten Thailands zu erkunden. Am ersten Tag fuhren wir (Linksverkehr!!) nach Nan, einer süßen Provinzhauptstadt mit leckerem Essen und viel Leben. Zum ersten Mal nach den großen Touristenzentren Bangkok und Chiang Mai hatten wir das Gefühl, dem richtigen Leben der Thais beizuwohnen. Am zweiten Tag fuhren wir durch die Berge von Nan nach Phayao, hielten unterwegs an einem Wasserfall, kurvten durch zahlreiche Serpentinen, sahen teilweise stundenlang kein anderes Auto. Den dritten Tag nutzten wir, um auf der Rückkehr nach Chiang Mai an heißen Quellen anzuhalten. Wir kochten uns Wachteleier im natürlichen Kochwasser, hängten unsere Füße in einen lauwarmen Pool und tranken Eiskaffee.

Die nächste Station ist Sukothai, wo der Ursprung Thailands liegt. Danach zieht es uns an die Strände des Südens.

Viele neue Fotos und sogar ein paar Videos sind im Album.

Und an alle, die Kommentare schreiben: Auch wenn wir nicht immer Zeit haben zu antworten, lesen wir doch alle eure Kommentare, auch die zu den Bildern, und freuen uns immer sehr. Vielen Dank! Das sind die besten Internetbesuche, wenn es Neues von euch zu lesen gibt!

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Português:

Bangkok: A chegada na Tailandia foi bem simples. Com o passaporte brasileiro se pode entrar no pais sem visto e ficar por ate tres meses, mas, em compensacao, na entrada e preciso apresentar um atestado de saude e de vacina contra febre amarela. Pegar o atestado nao foi dificil: eu so tive que apresentar meu cartao de vacina e preencher um formulario onde tinha que marcar se havia tido alguns dos seguintes sintomas nas ultimas duas semana antes da viagem: dores de cabeca, nausea, febre e diarreia. (Eu e o Berni nos olhamos e lembramos dos ultimos dias na India que passamos doentes de cama com todos esses sintomas. Alem disso eu passei mal com a comida do aviao durate o voo pra Tailandia e cinco minutos antes de preencher esse formulario tive que parar no primero banheiro pra me despedir de tudo que estava no meu estomago....) Nós nao marcamos nada –  bem vindos a Tailandia!
Nós nos apaixonamos por Bangkok logo no primeiro dia. Ficamos la por uma semana, muito mais do que planejado, porque havia tanta coisa pra ver. A diferenca entre Bangkok e Mumbai é imensa. Eu lembro que o Berni (que ja veio a Tailandia 4 anos atras), tinha me dito que a cidade era estressante e baguncada, mas depois da India achamos a cidade super organizada, limpa e moderna. Rodamos bastante e aproveitamos tudo: o templo real, o Siam Paragon (shopping das patricinhas onde vimos um filme no IMAX), o sky train, os passeios de barco, o centro cultural com o cafe dos cinefilos etc.

Chiang Mai: A capital do norte tem varias atracoes pra oferecer, como por ex. andar de elefante e passeios pelas montanhas. Apesar da entrada em Chiang Mai nao ter sido das melhores (nossas mochilas foram abertas no onibus, mas felizmete nós estavamos preparados e nada de valor foi roubado), nao demorou muito pra nos sentirmos a vontade aqui também. No nosso segundo dia, reservamos um passeio de dois dias pelas montanhas. A primeira parada: andar de elefante! Foi demais! Eu sentei na sela e o Berni pediu para sentar no lugar do guia: no pescoco do elefante. Depois tivemos que caminhar ate o topo da montanha. Duas horas embaixo de chuva, tentando nao ecorregar na lama e suando como loucos embaixo da capa de plástico. Chegamos lá em cima completamente exaustos, mas tudo melhorou depois de um bom banho de agua fria. Passamos a noite em uma vila de uma comunidade do povo Lahu, sem eletricidade, mas com musica, boas conversas com o resto do grupo e com os guias mais engracados o mundo: James Bond e Jack Sparrow.
No dia seguinte, de manha cedo, nos descemos a montanha (a descida foi quase tao cansativa quanto a subida) até uma cachoeira onde fizemos uma parada pra nadar. Logo depois caminhamos até um rio que descemos de bote. Essa descida também foi com emocao „I hope Buddha saves you today“ era a frase preferida do guia.

Assim que chegamos na cidade descidimos alugar um carro no dia seguinte pra conhecer a parte leste do norte da Tailandia, que e muito menos turistica. No primeiro dia fomos para Nan (Berni dirigindo do lado direito do carro!), uma cidadezinha muito bonita, com uma comida otima e cheia de vida. Depois de termos visitado lugares tao turisticos como Bangkok e Chiang Mai, tivemos pela primeira vez a sensacao de estarmos presenciando a vida cotidiana tailandesa. No segundo dia fomos de Nan a Phayao passando por varias montanhas. No meio do caminho fizemos uma parada em uma cachoeira e dirigimos horas sem ver outro carro. No terceiro dia voltamos pra Chiang Mai mas antes disso paramos para ver umas fontes de agua quente onde pudemos cozinhar ovinhos de codorna e tomar iced coffee com os pezinhos na agua :)

A proxima parada sera Sukothai (ruinas de templos na origem da Tailandia). Depois partiramos pras praias no sul.

Muitas fotos novas e até alguns videos no album!

Obs.: A todos que escrevem comentários: mesmo que nem sempre tenhamos tempo de responder, sempre lemos todos os comantários, inclusive os das fotos, e ficamos muito felizes. Nao ha nada melhor do que entrar na internet e ver que tem novas coisas pra ler de voces! Muito obrigada!

Friday, June 10, 2011

Bangkok

Português:

Chegamos em Bangkok na segunda-feira e ficaremos aqui provavelmente até domingo. Essa cidade é tudo de bom! Há tanta coisa pra se ver aqui... Numa hora voce ve templos maravilhossos, na outra dá de cara com Shopping ultra modernos e galerias de arte. Os dias aqui tem sido muito divertidos e inspiradores. Ah! E além disso ja estams na trilha da industria cinematografica tailandesa :) Confiram as novas fotos no álbum!

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Deutsch:

Wir sind in Bangkok angekommen und bleiben wahrscheinlich noch bis Sonntag hier. Diese Stadt ist der Wahnsinn! Es gibt so viel zu sehen...auf der einen Straßenseite stehen überwältigende Tempel, auf der anderen supermoderne Einkaufszentren (Autohändler im 2. Stock...!) Die Tage hier sind kurzweilig und inspirierend. Und noch dazu sind wir schon auf der Fährte der thailändischen Filmindustrie :-) Im Album gibt es neue Fotos!

Sunday, June 5, 2011

Palolem - Gokarna - Mumbai

Deutsch:

Als wir aus Benaulim aufbrachen waren wir gespannt auf den traditionelleren Teil Goas, der noch von dem Hippie-Flair beherrscht wird. Als wir in Palolem ankamen, das wir fuer das ultimatiove Hippieziel hielten, waren wir geschockt: Keine Hippies. Nur Touristen, nervige Verkaeufer, heisse Zimmer, Kakerlaken und teures Essen. Und alles an einem wunderschoenen Strand. Wir blieben nur eine Nacht und fuhren weiter nach Gokarna, etwas weiter im Sueden an der Kueste.

Gokarna ist eine Pilgerstadt der Hindus und verfuegt ueber ein paar wunderschoene Straende. Der Om Beach war unser Ziel, hier lag ein nettes Hotel wo wir uns eine Huette mieteten. Wir machten lange Strandspaziergaenge, sassen vor unserer Huette im Schatten und schauten den Affen in den Baeumen zu, und gingen ins hauseigene Restaurant, um leckeres Paneer Masala und Biryani zu essen. Es war sehr idyllisch und erholsam. Eines Abends kauften wir uns Kekse als Proviant fuer den naechsten Tag. Wir legten sie verschlossen und verpackt in einer Tuete in unsere Huette. Als wir am naechsten Tag aufstanden, entdeckten wir, dass jemand die Kekse angeknabbert hatte. Wir fragten uns, wer es gewesen sein koennte. Die Antwort liess nicht lange auf sich warten, als eine Maus im Dachgebaelk ueber uns erschien, und auf unsere restlichen Kekse spekulierte. Ab diesem Zeitpunkt sahen und hoerten wir die Maus oefter. Sie lief in unserer Huette auf und ab, wohnte unter dem Dach, ging aus und ein. Es stoerte uns nur wenig, aber wir waren trotzdem froh ueber unser moskitonetzgesichertes Bett und die Tatsache, dass wir am naechsten Tag schon weiterfuhren.

Wir verbrachten eine weitere Nacht im bekannten Benaulim, um von dort den Zug nach Mumbai zu nehmen. Dann wurde ich krank. Ich bekam Schuettelfrost und Fieber, lag im Bett und war unfaehig mich zu bewegen. Gabi organisierte Essen, Trinken und Notfallmedizin, und wir entschieden uns nach Beratung mit einem einheimischen Freund, trotz Krankheit nach Mumbai zu fahren. Im Zug wurde Gabi dann auch noch krank. Geschwaecht und mit Fieber schleppten wir uns zum Arzt. Ab dem Zeitpunkt war alles besser. Wir wurden ordentlich durchgecheckt, bekamen die richtige Medizin und waren wenig spaeter schon wieder bei Kraeften.

Heute ist unser letzter Tag in Indien. Morgen frueh fliegen wir nach Thailand. Bevor es soweit ist wollen wir aber noch etwas tun, was bis jetzt in der Bollywoodhauptstadt Mumbai noch nicht gemacht haben: Ins Kino gehen!.

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Portugues:

Quando saimos de Benaulim estavamos ansiosos pra ver a parte mais tradicional de Goa, ainda dominada pela atmosfera Hippie. Mas quando chegamos em Palolem, onde achavamos que iriamos encontrar essa atmosfera, tivemos um choque: nada de Hippies, so um monte de turistas, vendedores enchendo o saco, um quarto de hotel quente demais, baratas e comida cara. So a praia era realmente linda. Ficamos la so por uma noite e depois partimos pra Gokarna, mais ao sul.

Gokarna e uma cidade que atrai muitos peregrinos hindus por causa de seu templos e que pussui praias maravilhosas. Nos ficamos em uma cabana em um hotel na "Om Beach". Passamos nossos dias la passeando na praia, vendo os macacos da nossa varanda e aproveitando a comida do restaurante do hotel. Tudo bem idilico e sossegado. Um dia nos compramos uns biscoitos e guardamos no nosso quarto (fechados!) para o proximo dia. Quando acordamos, percebemos que alguma coisa tinha roido os nosso biscoitos...o que poderia ter sido? A resposta veio logo quando um rato passou pela varanda pra ver se o resto dos biscoitos ainda estava la. A partir dai comecamos ver o rato o tempo todo. Ele morava embaixo do telhado e vivia andando de um lado pro outro. Ele nao encomodava muito, mas mesmo assim era um alivio saber que tihamos um mosquiteiro protegendo a nossa cama e que ja deixariamos o hotel no proximo dia.

A noite seguinte nos passamos em Benaulim, de onde pegamos o trem de volta pra Mumbai. Assim que chegamos la o Berni ficou doente: febre alta, mal conseguia se levantar. Mesmo assim decidimos ir pra Mumbai, pois um amigo indiano que conhecemos la nos disse que em Mumbai seria muito mais facil conseguir ajuda medica. Entao, pegamos o  trem com o Berni mais pra la do que pra ca e de repente no meio da noite eu acordei tremendo. 'Quando e que ficou tao frio aqui?'. Eu abri os olhos e vi que o cara na minha frente nao tava nem usando lencol...eu tambem tava com febre. Quando chegamos em Mumbai fomos direto pra um hospital e fomos atendidos por uma medica otima que nos mandou fazer um monte de testes e nos passou uns remedios que nos curaram rapindinho.

Hoje e nosso ultimo dia na India. Amanha bem cedo estamos indo pra Tailandia, mas antes disso ainda ha algo que temos fazer na capital de Bollywood: ir ao cinema!


Friday, May 27, 2011

Goa - Benaulim

Portugues:

Estamos na praia! A cidadezinha onde moramos se chama Benaulim. Estamos vivenciando Goa em baixa temporada...mas uma coisa de cada vez.
Nós passamos dois dias em Hampi aproveitando a paisagem, visitando templos e observamos macacos pulando de um lado pro outro ao por do sol. No nosso hotel conhecemos um casal de alemaes e uma canadense muito simpáticos e e pegamos o mesmo trem que eles para Goa. Nós nos entendemos super bem e passamos os próximos quatro dias juntos em Benaulim (no estado de Goa). Assim que chegamos na cidade saimos andando pela praia com mochlila e tudo a procura de um Hotel e logo percebemos o que significa „baixa temporada“: metade dos hotéis estavam fechados e os que nao estavam eram caros demais. No último hotel que achamos na praia nos disseram que seria impossivel achar na cidade um hotel mais barato „é o que vamos ver“, foi a nossa resposta.
A procura valeu a pena. Acabamos achando um hotel mais no centro da cidade pela metade do preco do outro.  Nós recebemos tres quartos confortáveis e passamos os próximos dias entre praia, restaurantes e a varanda do hotel. Aqui é muito tranquilo e, pra falar a verdade, além da praia nao tem nada pra fazer, mas depois dos últimos dias com tantas impressoes, nós aproveitamos bem o tempo sem fazer nada.
Ontem visitamos uma feira em Margao (uma cidade perto daqui). Ela me lembrou muito das feiras no Brasil, como a feira do Paraguai, ou quer dizer, feira dos importados :) A feira tinha de tudo, só o que faltava era espaco pra se mover pelos corredores cheios de gente. Eu provei todo o meu talento pra negócios e comprei uma tornoseleira de prata por menos de 10 % do preco inicial!
Hoje estamos partindo para Palolem, mais no sul. Dizem que lá as praias sao ainda mais bonitas e a cominda ainda melhor. Talvez a gente até encontre alguns dos Hippies, que fizerem de Goa um lugar tao famoso...

Novas fotos no album!

Obs.: Para os que falam alemao, o Berni comecou a postar umas cronicas de sua persogem fictícia „Gaio“ no seu outro blog dasistkeinblog.blogspot.com. Qualquer semelhanca com a nossa viagem nao será mera coincidencia :)

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Deutsch:

Wir sind am Meer. Unser kleines Urlaubsörtchen heißt Benaulim und man merkt, dass hier gerade Nebensaison ist. Doch der Reihe nach.
In Hampi verbrachten wir 2 schöne Tage, genossen die spektakulären Aussichten über die Steinhügel, wohnten Tempelzeremonien bei und beobachteten Affen bei Sonnenuntergang. In unserem Hotel lernten wir ein nettes deutsches Paar in unserem Alter kennen, das den gleichen Zug nach Goa nahm wie wir. Zu uns gesellte sich eine Kanadierin und unsere kleine Reisegruppe hatte sich für die nächsten Tage gefunden. Zusammen machten wir uns in Benaulim im Bundesstaat Goa auf die Suche nach einem Hotel – zunächst direkt am unendlich langen Sandstrand, dessen Ende man am Horizont nur erahnen kann. Hier wurde das erste Mal klar, was Nebensaison bedeutet: die Hälfte der Hotels hat zu. Und die offenen haben leider keine Zimmer, die den Preis wert sind, der verlangt wird. So stapften wir mit unseren dicken Rucksäcken den Strand entlang, die Meeresbrise kühlte, während das Marschieren im Sand uns aufheizte, und fanden kein geeignetes, billiges Hotel.
„Hier im Ort findet ihr keine billigere Unterkunft!!“, sagte uns ein Hotelbesitzer. „Das werden wir ja sehen!“, antworteten wir.
Die Suche lohnte sich, wir kamen schließlich in Rosarios Inn an, das zwar nicht direkt am Strand liegt, dafür aber nicht die Hälfte von dem kostet, was die anderen verlangt hatten. Wir bekamen drei nette Zimmer und verbrachten die nächsten Tage damit, zwischen Strand, Restaurants und der Veranda unseres Hotels hin und her zu tingeln. Es ist sehr ruhig hier, und um ehrlich zu sein auch ein wenig langweilig. Dennoch ist es nicht die träge Art von Langeweile, die sich zieht wie Kaugummi, sondern die entspannende, während der man sich nur wundert, wie langsam die Zeit vergeht und wie heiß es ist.
Wir machten einen Ausflug ins nahe gelegene Margao, um dort auf den Markt zu gehen. Es handelt sich um ein Gewirr aus überdachten Gassen voller Menschen. Auf beiden Seiten sind Stände, bei denen man sich erst mal an die Masse an Angeboten auf kleinstem Raum gewöhnen muss. Es gibt alles Mögliche zu kaufen, von Bergen von Chilischoten bis zu Bindis (den roten Punkten, die sich Inderinnen und Touristinnen auf die Strin kleben). Gabi erstand mit größtem Verhandlungsgeschick ein kleines silbernes Fußkettchen, das sie jetzt überall hin begleitet.
Heute brechen wir von hier auf, es geht nach Palolem, weiter in den Süden Goas. Dort sollen die Strände noch schöner, und das Essen noch besser sein. Vielleicht sehen wir auch ein paar Hippies, die Goa so berühmt gemacht haben.
Neue Fotos sind im Album!

In eigener Sache: Mit der Zeit, die ich auf der Reise habe, belebe ich meinen anderen Blog dasistkeinblog.blogspot.com wieder. Dort wird es kleine Geschichten geben, die sich um die erfundene Figur Gaio drehen. Ähnlichkeiten mit unseren Reiseerlebnissen sind nicht zufällig, und wer Lust hat, kann dort einfach mal reinschauen. Ich hoffe, es wird regelmäßig „Gaios Geschichten“ geben.

Sunday, May 22, 2011

Hampi

Hampi is beeindruckend schön, es verschlägt uns regelmäßig die Sprache. Wir sehen hindustische Tempel und viele wunderschöne Steine...Morgen in der Früh geht es schon weiter, und zwar ans Meer!
Im Album gibt es neue Fotos.

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Estamos em Hampi. Nao temos palavras para descrever a beleza das paisagens e dos templos. Amanha cedo partimos em direcao ao mar!
Vejam as novas fotos no album.

Friday, May 20, 2011

Hyderabad

Deutsch:

Die letzten fünf Tage haben wir in Hyderabad verbracht, und wir haben sehr viel erlebt in dieser chaotischen, heißen und spannenden Stadt. Hier haben wir zum ersten Mal bei einer Couchsurferin gewohnt (also einer Person, die in der Online-Community couchsurfing.com ihr Sofa für Reisende kostenlos anbietet). Wir wohnten bei Nina, einer Deutschen, und ihrem Mitbewohner Shiva. Hier war es sehr komfortabel, zentral gelegen und wir hatten immer Ruhe oder Gesellschaft, wenn wir welche brauchten.

Wie wir herausfanden ist Hyderabad nicht zufällig der Standort des größten Filmstudios der Welt, hier residiert auch die größte regionale Filmindustrie der Welt. Es werden hier mehr Filme auf Telugu (der regionalen Sprache) produziert, als in Mumbai auf Hindi (die als Bollywood bekannt sind). Gleich als wir ankamen lernten wir über Couchsurfing einen Regisseur kennen, der uns die Tür zur Teleugu-Filmindutrie öffnete. Wir konnten uns Filmdrehs anschauen, lernten Regisseure, Kameramänner und Schauspieler kennen und hatten am Ende keine Zeit, auch nur ansatzweise das übliche Touristenprogramm Hyderabads zu absolvieren. Nur Ramoji Film City, das besagte Rekordstudio, sahen wir von innen. Es ist in der Tat unfassbar riesig, aber wie uns gesagt wurde auch ein wenig unflexibel was die Bedürfnisse der einzelnen Drehs angeht. Die Zuschauer kennen außerdem schon die einzelnen Sets, und können erkennen, was dort gedreht wurde, wenn sie es in einem Film sehen.

Heute hatten wir ebenfalls die Gelegenheit, dieses Wissen auszuprobieren. Ein Schauspieler, den wir kennenlernten, schenkte uns Eintritsskarten zur Premiere eines Telugu-Films, in dem ein großer Star mitspielt. Auf diese Weise konnten wir "erfahren, warum Kino hier so wichtig ist", wie unser befreundeter Couchsurfer sagte. Als wir ankamen, war der Platz vor dem Kino schon voller Leute. Sie waren in Feierlaune, entzündeten Knallfrösche und lange Böller-Schlangen in heißer Erwartung des Films. Die Türen des Kinosaals wurden geöffnet und das Gedränge war atemberaubend. Wir hatten tolle Sitzplätze mit reichlich Komfort, und konnten gut das Schauspiel beobachten, das sich uns bot. Dabei war der Film weniger spektakulär, als die Reaktion der Leute darauf. Jedes Mal, wenn der Held das Bild füllte und etwas Heldenhaftes tat (Bösewicht-Köpfe und -Gliedmaßen abschlagen, Bagger in die Luft werfen, Kinder beschützen, Frauen erobern, singen) schrieen die Leute, warfen Papierschnipsel in die Luft und freuten sich. Solche Freude ist natürlich ansteckend und als Kinofans können wir die Begeisterung nur zu gut verstehen... Wenn die obligatorischen Tanzeinlagen kamen, standen manche sogar auf, tanzten mit und genossen das Spektakel. Die Handlung des Films war auch ohne Sprachkentnisse recht mühelos zu verstehen: Held beschützt die Unschuldigen, wehrt sich gegen Bösewichte und findet die wahre Liebe.

Heute Abend geht es weiter, wiedermal mit dem Zug. Wir fahren nach Hampi, einer Tempelruinenstadt, die von jedem Reiseführer und Inder gleichermaßen empfohlen wird ("Aber es wird heiß sein, um diese Jahreszeit" "Ja, ok, das kennen wir schon"). Wir freuen uns auf neue Abenteuer.

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Português:

Hoje é o último de cinco dias que passamos em Cyberabad. Os dias aqui foram muito diferentes dos dias em Aurangabad. Hyderabad é uma cidade grande, cheia de carros e cheia de gente. Mesmo assim, o tempo que passamos aqui foi ótimo e muito interessante. Em Hyderabad ficamos pela primeira vez hospedados na casa de um couch surfer (pra quem nao sabe, couch surfing é uma comunidade na Internet, onde é possível procurar e oferecer um "sofá" para viajantes procurando estadia). Ficamos na casa da Nina, uma alema, que mora aqui em Hyderabad. Tivemos muita sorte, pois nao só a Nina e o Shiva (que divide o apartamento com ela) sao pessoas ótimas, como o apartamento também é muito confortável.

Descobrimos que Hyderabad é uma cidade que respira cinema. Aqui é o centro da indústria cinematográfica em Telugu (a língua que é falada aqui), que, de acordo com os cineastas que encontramos, produz até mais filmes que a indústria cinematográfica em Hindi (conhecida como Bollywood). Passamos a semana inteira aqui sem ter tempo de fazer sight-seeing, mas em compensacao, aprendemos bastante sobre filmes. Conhecemos diretores, presenciamos filmagens e, é claro, conhecemos o Ramoji Film City (maior estúdio cinematográfico do mundo). O local é realmente imenso e bem impressionante mas, como ficamos sabendo por aqui, os sets tem o defeito de nao serem muito flexíveis. As locacoes nao deixam muito espaco pra mudancas e os diretores tem que ser bem creativos para que os filmes nao parecam todos iguais. 

Hoje tivemos a oportunidade de vivenciar o outro lado do mundo cinematográfico de Hyderabad: as exibicoes no cinema e a reacao do público. Um diretor que nós conhecemos nos disse que só depois que fossemos assistir um filme nos cinemas poderíamos entender o que o cinema significa nessa cidade, e ele tinha razao. Um ator que conhecemos durante uma filmagem nos ofereceu ingressos pra estréia de um filme com um ator muito conhecido, ou um grande "Hero" como eles diriam. O cinema estava lotado e já na entrada, assim que as portas foram abertas, todo mundo comecou a gritar, soltar fogos e fazer a maior festa. E a festa continuou dentro do cinema! Apesar de nao entendermos a língua, nao foi difícil entender o filme: havia um herói, uma mocinha, um vilao e as famílias de todos eles :-) O herói cortava cabecas, pés, bracos e tudo isso com a maior facilidade, mesmo que tivesse lutando contra dez (nao muito diferente de muitos outros filmes de acao que conhecemos :). O mais legal foi que toda vez que o heroi aparecia ou que alguma coisa emocionante acontecia, um monte de gente comecava a gritar e jogar pedacos de papel pro alto! Foi a maior divercao! Lá pras tantas eu e o Berni já estávamos gritando também. Nas cenas de danca o público também ia à loucora e alguns mais alegres até comecaram am dancar na frente da tela.

Enfim, resumindo tivemos um dia, ou melhor, uns dias muito divertidos e agora estamos nos arrumando para pegar nosso trem. A próxima parada será bem mais tranquila. Estamos indo pra Hampi. Hampi é considerada "patrimonio cultural da humanidade" pela UNESCo desde 1986 e é muito conhecida por possuir vários templos. Nao vemos a hora de chegar lá!

Sunday, May 15, 2011

Aurangabad

Português:

Hoje é nosso último dia em Aurangabad, uma cidade de onde levaremos muitas boas lembrancas. Na cidade em si nao há muita coisa pra ver, mas o mais importante é que, em comparacao a Mumbai, aqui é muito mais fácil andar pelas ruas e entrar em cotato com as pessoas e nós agora temos realmente a sensacao de que chegamos aqui.

A viagem de trem até Aurangabad foi a versao 'com emocao', mas isso faz parte, foi como um rito de iniciacao... Nós viajamos na classe 'sleeper class', que é a classe com camas (umas tábuas acolchoadas tipo beliche) e sem ar condicionado. Na nossa cabine havia seis camas, do outro lado do corredor mais duas e no chao (e até mesmo embaixo da cama do Berni) umas mil pessoas tentando dormir. Além disso, cada dois minutos passavam pelos corredores vendedores de chá, comida etc.Mas tudo isso nao era problema nenhum e a viagem teria sido bem tranquila se nao fosse o fato de eu ter sido acordada por uma barata enorme subindo no meu pé e além disso ainda ter passado mal no meio da viagem...quando cheguei a um ponto que nao podia mais aguentar, tive que improvisar um saquinho de vomito (uma sacola de super-mercado). Mas depois disso fiquei tao aliviada que consegui ate dormir e esquecer do medo de ser acordada por mais uma barata :)

Chegando em Aurangabad tudo foi logo esquecido. Aqui nós tivemos nossos dias de luxo, pois pegamos um quarto com ar condicionada e banheiro próprio pelo mesmo preco do quarto sem janela de Mumbai. Logo no primeiro dia aqui conhecemos o gerente de uma agencia de turismos que insistiu que ficássemos um tempo na agencia conversando com tres estagiárias adoloscentes muito simpáticas (estudantes de turismo) que estavam muito felizes em poder conversar com turistas do Brasil (nem tivemos tempo de explicar que o Berni nao é taaaao brasileiro assim...). Ele disse que é muito raro encontrar pessoas do Brasil aqui e até ligou para o professor das meninas na faculdade pra ele bater um papo com o Berni :) No mesmo dia quando chegamos no hotel recebemos a mensagem que umas meninas ligaram e queriam nos visitar. Nós só nao sabemos quando e até hoje elas nao chegaram...

No dia seguite pegamos o onibus local para irmos visitar as grutas de Ellora. Assim que a porta do onibus abre todo mundo se espreme pra tentar entrar primeiro que pegar um lugar. Nós estávamos no meio desse empurra-empurra quando um menininho indiano (Arjun) nos mostrou que estava guardando um lugar pra nós. Ele mal falava ingles, mas ele e o Berni deram um jeito de conversar o caminho inteiro. Um menininho muuuuuito querido! Na ida pra Ellora também fizemos amizade com um casal mexicano (Jade e Sheny) que vao passar quatro meses viajando pela Índia. QUando voltamos pra Aurangabad fomos com eles pra um bar perto da estacao de trem e tomamos o melhor suco de manga do mundo! Visitar as grutas de Ellora foi um passeio que valeu muito a pena. As grutas sao um conjunto de templos budistas,  hindus e jain do séc. 8 d.C. Adicionamos algumas fotos ao album.

Hoje vamos tirar um tempinho pra organizar os próximos passos e visitar o cinema aqui da cidade. As 4 da manha partimos para Hyderabad. Hyderabad se tornou nos anos noventa um centro High Tech da Índia e, por causa disso, ganhou o apelido "Cyberabad". Isso já é um motivo pra chamar nossa atencao, mas o que realmente despertou nosso interesse é que nos arredores cidade se encontra o maior estúdio cinematográfico do mundo, onde se pode filmar até 60 filmes ao mesmo tempo! Temos que dar uma olhada nisso :)

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Deutsch:

Es ist schon unser letzter Tag in Aurangabad, einer Stadt, von der wir viele positive Erinnerungen mitnehmen. Die Stadt selbst ist nicht richtig interessant, sie diente uns nur als Ausgangspunkt für ein paar Unternehmungen. Was aber wohl noch wichtiger ist, ist der riesige Unterschied zu Mumbai, der hier spürbar ist. Man kann hier viel entspannter auf der Straße herumlaufen und mit Leuten in Kontakt kommen, und auf diese Weise sind wir mittlerweile richtig in Indien angekommen.

Die Fahrt nach Aurangabad, 7 Stunden mit dem Nachtzug, war aufregend. Wir fuhren in der Sleeper Class, also in einem kleinen Abteil mit insgesamt 8 Liegen/Pritschen. 3 jeweils übereinander an den Seitenwänden, entlang des Ganges nochmal 2 übereinander. Der Zug ist so voll, dass jeder PLatz genutzt wird, der Boden ist voller Leute, sogar unter meinem Bett auf dem Boden hatte sich einer hingelegt (er hatte max. 50 cm Platz nach oben). Wir hatten die unteren beiden Liegen auf der einen Seite, stopften unser Gepäck ans Kopfende und versuchten zu schlafen. Die Liegen sind zwar recht hart, aber durchaus okay. Alle 2 Minuten laufen durch diese offenen, nicht klimatisierten Wägen irgendwelche Verkäufer (Tee, Ketten fürs Gepäck, etc.), die man aber einfach ignorieren kann. Also ganz entspannt. Irgendwann wurde Gabi von einer Kakerlake auf ihrem Fuß geweckt. Sie konnte problemlos weg gewischt werden, hinterließ aber ein komisches Gefühl beim Schlafen-Wollen. Noch dazu wurde Gabi nach ca. 1 Stunde schlecht. Sie hielt es lange aus, bis sie sich eine Tüte schnappen musste. Danach war alles besser, wir konnten beide schlafen, vergaßen die Kakerlake und kamen sicher in Aurangabad an (um 4 Uhr nachts).

In unserem Zimmer gibt es diesmal eine Klimaanlage, nach den schweißtreibenden Nächten in Mumbai, und ein Bad. Luxus!! Kostet dasselbe wie das fensterlose Zimmer in Mumbai...
Auf unserem Weg die Stadt zu erkunden kamen wir in einem Touri-Büro vorbei. Der Manager war aufgeregt, dass wir beide aus Brasilien kommen (wer entdeckt den Fehler?) und wollte, dass wir bleiben um ein bisschen mit seinen drei Praktikantinnen zu quatschen, die einen Master in Tourismus-Management machen. Wir gaben den netten Mädels brav Auskunft über unser lateinamerikanisches Heimatland (wir hatten nicht mal Zeit, dieses Missverständnis zu klären...), und konnten selbst viel über Indien erfahren. Ich telefonierte sogar mit dem Professor der drei Studentinnnen, und am Ende vereinbarten wir alle ein Treffen irgendwann die Tage. Als wir ins Hotel zurückkamen erwartete uns die Nachricht "Ein paar Mädchen kommen euch besuchen!" Wann sie kommen wollten, wusste keiner, und bis heute haben wir sie nicht wieder gesehen...

Gestern machten wir uns auf den Weg nach Ellora, einer Tempelhöhlenstadt in der Nähe. Am Busbahnhof muss man hier rabiat sein. Persönlicher Abstand ist hier sowieso ungewöhnlich, und wenn der Bus kommt heißt es schieben bis man drin ist. Wir waren natürlich unter den letzten, die reinkamen und machten uns auf Stehplätze gefasst, als mir ein Junge zuwinkte, wir sollten uns zu ihm setzen! Arjun konnte kaum Englisch, aber wir hatten trotzdem eine nette Unterhaltung. Er zeigte uns aufgeregt ein Schwimmbad am Straßenrand, erklärte uns, wo er überall Freunde besuchte usw. AUßerdem lernten wir ein mexikanisches Paar in unserem Alter kennen, die jetzt für mehrere Monate durch Indien reisen und sich dann irgendwan, irgendwo einen Job suchen.
Ellora ist toll. Es ist eine Ansammlung von Tempelhöhlen der Buddhisten, Hinduisten und Jain etwa aus dem 8. Jhrt, und ziemlich beeindruckend. Da machte uns auch die trockene Hitze (gute 40°) nichts aus. Ein paar Fotos sind im Album.

Heute machen wir ein paar organisatorische Sachen und besuchen das örtliche Kino, bevor wir dann um 4 in der Früh weiter nach Hyderabad fahren. Die Stadt hat sich durch seine wachsende High Tech Branche den Beinamen "Cyberabad" verdient, was schonmal interessant klingt. Noch interessanter für uns ist aber die Tatsache, dass bei Hyderabad das größte Filmstudio der Welt steht, wo man bis zu 60 Filme gleichzeitig drehen kann! Das müssen wir uns mal anschauen ;-)