Portugues:
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Deutsch:
Desde que chegamos nos Estados Unidos temos tidos vários daqueles famosos momentos: aqueles que te deixam acabado sem que voce tenha feito esforco nenhum.
Primeiro o enorme sinal de „Hollywood“ em Los Angeles. Confesso que é meio brega, e pega até mal pra cineastas sérios e independentes, mas ver esse letreiro à luz do dia da rua na frente da casa onde estávamos morando foi muito emocionante! Finalmente nós estávamos no lugar de que tanto havímos sonhado quando pequenininhos. Foi aqui que se criou „E.T.“, „Parque dos dinossauros“, „Cantando na Chuva“, „Mary Poppings“! As nossas infâncias teriam sido muito diferentes sem tudo isso e provavelmente nosso amor pelo cinema também. A casa em que estávamos morando (couchsurfing) ficava em uma rua que cruzava com o Hollywood Boulevard, a rua que tem a calcada coberta por estrelas, a famosa Walk of Fame. A primeira estrela que vimos foi de Benny Goodman, seguida de vários outros como Gene Kelly, Clint Eastwood e os tres protagonistas do Harry Potter. Nós vimos as pegadas de Arnold Schwarzenegger e Robert DeNiro e até Jackie Chan estava esperando por nós depois do encontro em Hong Kong.
Nós passamos os dias em LA como bons turistas, mas além de Hollywood e da praia em Venice Beach tivemos a impressao de que nao havia muito para ver. Como nao podia deixar de ser, é claro que nao perdemos a oportunidade de assistir umd Blockbuster hollywoodiando em Hollywood. O filme escolhido foi „ Rise of the Planet of the Apes“ e sim, confessamos de novo que nos divertimos bastante.
Depois disso partimos em direcao norte. Na casa do nosso couchsurfer nós conhecemos um casal que também estava indo em direcao a San Francisco. Nós nos demos de cara super bem e decidimos ir os quatro de carro de L.A. até San Francisco pela Highway 1, uma estrada que segue a costa da California, onde se viaja horas vendo o mar e uma paisagem mais linda que a outra. No final do primeiro dia nós decidimos acampar no Big Sur (um pedaco da costa famoso por sua beleza). Esse foi o segundo momento na viagem que nos deixou sem fala.
De manha, antes de seguirmos para San Francisco, nós nadamos em um rio congelante no meio das montanhas. Nós quatro ficamos na casa de um couchsurfer no centro da cidade que nos convidou para um encontro de Couchsurfers em um bar - uma vez por semana eles se encontram pra se conhecer melhor e botar os papos em dia. O legal é que esse encontro nao foi um encontro comum, pois dessa vez havia uma equipe de filmagem presente. San Francisco é o lugar onde couchsurfing nasceu e por isso os criadores resolveram filmar na cidade um vídeo para a página inicial do site. Eles estavam procurando pessoas de países diferentes e nosso grupo parecia perfeito (Alemanha, Brasil, Rússia, Ucrânia/Nova York). Cada um de nós teve que falar uma frase no microfone em sua língua materna: „Abra sua mente, abra sua casa, abra o mundo.“ A frase é meio batida, mas segundo eles deve ficar ótimo depois que fizerem uma „colagem“ com várias línguas diferentes.
Em nossa última noite em San Francisco decidimos acampar de novo, no alto das montanhas. Para nossa surpresa, estava muuuito frio na cidade (no verao!), por isso fugimos para as monatanhas, onde (inesperadamente) estava bem mais quentinho. Quando anoiteceu e nós estávamos nos preparando pra comer, ouvimos um barulho e vimos um guaxinim tentando roubar a nossa comida. Nós seguimos as informacoes dos rangers e espantamos o guaxinim fazendo barulho e jogando pedrinhas. Logo depois ouvimos os gritos dos nossos vizinhos quando viram o guaxinim sentado na mesa deles... Nós passamos o resto da noite em alerta com laternas e tomando conta dos nossos mantimentos.
De San Francisco nós partimos sozinhos em direcao a nosso primeiro Parque Nacional, o Yosemite National Park. Lá, mais uma vez, nós ficamos impressionados com a beleza da natureza. Para todo lado que olhávamos víamos paredoes de pedra imensos. No meio, uma floresta por onde corria um rio. Nós nadamos no rio e acampamos no meio das árvores com vista para um campo. Pra completar, era noite de lua cheia! Parecia que estávamos em um filme hollywoodiano!
E a história nao acabou aí. No dia seguinte nós vimos um urso! Yosemite é um paraíso de ursos. Em todo lugar há placas dizendo para os motoristas dirigirem devagar para nao atropelarem ursos ou explicando como devemos guardar toda comida em um compartimento especial para que os ursos nao sejam atraídos pelo cheiro a noite. Mesmo assim, nós já tínhamos perdido as esperancas de ver um uros ao vivo, quando de repente, quando já estávamos no carro saindo do parque, paramos em um engarrafamento. Vimos que um monte de gente estava na beiro da estrada olhando pra floresta e o Berni logo percebeu o que estava acontecendo. Ele pulou do carro e eu saí correndo atrás. Logo vimos o urso, tranquilao comendo grama, nem aí pra platéia. O urso devia ser um bebe, pois nao era muito grande, tiramos umas fotos, que voces podem conferir no álbum.
Saindo de Yosemite nós fomos direto para o Sequoia National Park. Aqui, a atracao principal nao sao ursos e sim árvores, árvores gigantes. Sequoias sao as maiores árvores do mundo, pelo menos quanto à massa e os maiores exemplares recebem nomes especialmente opulentes: General Sherman é a maior árvore do mundo, General Gant é a árvore com o maior diâmetro, além disso vimos The President, The Senate etc. Gostarímos muito de mostrar o qual impressionante essas árvores sao, mas elas sao tao grandes que é impossível realmente se ter uma nocao do tamanha através das fotos...as nossas tentativas estao no álbum.
Depois do Soquoia Park nós voltamos para Los Angeles, onde pegamos um trem para Flagstaff, no Arizona. Daqui faremos mais uma volta por alguns parques nacionais. O primeiro será o Grand Canyon. Nao vemos a hora de ver que surpresas ele está guardando pra gente.
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Deutsch:
Ein einfacher Blick ist nicht viel. Man muss sich nicht anstrengen, kommt nicht außer Atem, beteiligt sich nicht körperlich an der Situation. Und dennoch reicht ein Blick aus, um einen vollkommen umzuhauen. Wir haben in den letzten Wochen seit wir in den USA angekommen sind einige dieser atemberaubenden Anblicke erlebt.
Zunächst war da der Hollywood-Schriftzug. Zugegeben, das ist etwas kitschig und für so seriöse, unabhängige Filmemacher wie uns vielleicht sogar unschick. Aber als wir zum ersten Mal bei Tageslicht aus unserem zeitweiligen Zuhause in Hollywood traten und die Straße hinauf schauten, wo fett der Schriftzug zu sehen war, war das ein tolles Gefühl. Wir waren endlich an dem Ort, der uns seit unserer Kindheit so beeinflusst hatte. Hier hatte man sich „E.T.“ und „Jurassic Park“ ausgedacht! „Singin' in the rain“ und „Mary Poppins“ waren hier entstanden! Wir wohnten in einer Nebenstraße des Hollywood Boulevard, in dessen Gehsteige die berühmten Sterne des Walk of Fame eingelassen sind. Benny Goodman gehörte der erste Stern, den wir sahen. Es folgten Gene Kelly, Clint Eastwood, die Hauptdarsteller der Harry-Potter-Filme und viele weitere. Wir standen in den Fußabdrücken von Arnold Schwarzenegger und Robert DeNiro, sogar Jackie Chan erwartete uns nach den Begegnungen in Hong Kong schon wieder.
Wir verbrachten die Tage in LA mit Sightseeing, wobei es außer Hollywood und Venice Beach nicht viel zu sehen gibt. Wir ließen es uns nicht entgehen, in Hollywood einen echten Hollywoodfilm zu sehen: Rise of the Planet of the Apes, und ja, wir hatten Spaß dabei.
Danach ging es für uns weiter nach Norden. Wir hatten über Couchsurfing ein Paar kennengelernt, das ebenso Richtung San Francisco unterwegs war. Wir verstanden uns von Anfang an super, also setzten wir uns zu viert ins Auto und fuhren den Highway 1 an der Küste entlang. Wir hielten oft an, um frisch gepflückte Erdbeeren und Honigmelonen direkt von der Farm zu kaufen. Am Ende des ersten Tages kamen wir auf einem Campingplatz am Big Sur unter, einem wunderschönen Küstenstreifen mit steilen Klippen. Dort war das zweite Mal, dass uns ein Anblick sprachlos machte, die Küste dort ist einfach irre.
Wir badeten in einem eiskalten Bergfluss bevor es weiter nach San Francisco ging. Wir wohnten bei einem Couchsurfer im Zentrum und er lud uns auf eine Couchsurfing-Party ein – Mitglieder der Community treffen sich einmal wöchentlich zum Quatschen und Tratschen. Dieses bestimmte Treffen war aber kein gewöhnliches, diesmal war eine Filmcrew anwesend. San Francisco ist das Hauptquartier der Couchsurfing-Seite, hier nahm alles seinen Anfang. Also macht es nur Sinn, dass hier ein 15-minütiger Film gedreht wird, der auf der Startseite im Internet erscheinen wird, um das Projekt ein bisschen vorzustellen. Man bat uns, in unseren Muttersprachen einen Satz fürs Mikro zu sagen: „Öffne deinen Geist, öffne dein Haus, öffne die Welt!“. So holprig die deutsche Übersetzung einzeln klingen mag, so großartig soll es sich hinterher als Collage vieler Sprachen anhören.
Unsere letzte Nacht in San Francisco verbrachten wir wieder beim Campen. Erstaunlicherweise war es in der Stadt richtig kalt, deshalb flohen wir in die Berge und die Redwoodwälder. Als die Dämmerung einsetzte und wir beim Abendessen waren, hörten wir ein Geräusch hinter unserem Zelt. Wir blickten von unseren Tellern auf. In der Dunkelheit hatten sich zwei Waschbären angeschlichen, die heiß auf unsere Mahlzeit waren. Gemäß den Hinweisen der Ranger machten wir Lärm und vertrieben die Hungrigen in den Wald, nur um ein paar Minuten später von Nachbarzelt Geschrei zu hören. Ein Waschbär war auf den Tisch gesprungen um Essen zu klauen. Den Rest des Abends waren wir auf der Hut und hatten die Taschenlampen im Anschlag.
Gabi und ich fuhren von San Francisco alleine weiter, für uns ging es zum Yosemite Nationalpark. Hier waren wir wiedermal platt, wie schön die Natur an diesem Ort ist. Senkrechte Steinwände, hunderte Meter hoch, ragen rechts und links in den Himmel, unten fließt ein Fluss durch einen dichten Wald. Wir badeten in einem eiskalten Gebirgssee und zelteten unter Bäumen mit Blick auf eine Wiese. Zu allem Überfluss war auch noch Vollmond. Wir kamen uns vor wie in einem kitschigen Hollywoodstreifen.
Am nächsten Tag sahen wir den Bären! Yosemite ist Bärenrevier, darauf wird man ständig hingewiesen. „Raser töten Bären!“ steht auf Verkehrsschildern und „Essen niemals herumliegen lassen!“ am Campingplatz. Wir fuhren eine kurvige Bergstraße hinunter als plötzlich Stau war. Am Straßenrand starrten Leute ins Gebüsch - uns war gleich klar, was los war. Der Bär war relativ klein und graste friedlich und komplett unbehelligt von den vielen Schaulustigen am Wegesrand. Wir machten Fotos und waren froh, noch einen Bären zu Gesicht bekommen zu haben, denn gleich anschließend ging es für uns weiter in den Sequoia Nationalpark. Hier sind nicht Bären sondern Bäume die Hauptattraktion. Gigantische Bäume. Sequoias sind die größten Bäume der Welt, zumindest was die Masse angeht. Kein Baum ist fetter, kann man sagen. Das führt dazu, dass die besonders großen Exemplare besonders protzige Namen bekommen. General Sherman, größter Baum der Welt. General Grant, Baum mit dem größten Umfang. The President kann man anschauen, ebenso wie The Senate. Alles riesige Bäume mit roter Rinde. So gerne wir diese Anblicke auch teilen würden, es ist unmöglich so einen Baum in seiner ganzen Größe zu fotografieren. Dazu sind sie einfach zu fett. Unsere kläglichen fotografischen Versuche gibt es bald im Album zu sehen.
Nach den Sequoias schlossen wir unsere Runde und kehrten nach LA zurück, von wo aus wir mit dem Zug nach Flagstaff fuhren. Von hier aus geht es nun auf eine weitere Runde. Als erstes steht der Grand Canyon auf dem Programm. Wir sind schon gespannt, welche Anblicke uns dort sprachlos machen.
Nossa, quanta coisa maravilhosa vocês estão vivenciando. Valeu a pena esperar para conferir as novidades. Beijão e boa viagem.
ReplyDeletetoll was ihr alles erlebt, es macht richtig spaß den bericht zu lesen! safe travels & happy trails!
ReplyDeleteGostei muito!! Nao consegui ler de tudo, mas a parte da California foi otimo. A vista no Yosemite video e deslumbrante!
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